sábado, 23 de fevereiro de 2008

Um dia depois do outro, daquele outro que te disse aquelas coisas...

Hoje acordei meio triste, pensativa e com o coração apertado...
Com a sensação de que tive uma máscara arrancado do meu rosto. Tenho tantas teorias, tantas resoluções, tantas certezas...
Bobagem.
Não adianta nada achar que as coisas vão ser resolvidas como num manual de instruções, sobretudo quando se trata de sentimento. Certezas. Não, não tenho certezas. Dúvidas sim. Dúvidas se falei o que devia, se quando disse que estava falando o que vinha no meu coração eu realmente estava prestando atenção em meu sentimento. A questão é que tem coisas que não se apagam só porque achamos que não precisamos passar por elas. Que bela frase: -- Sou uma mulher forte, alegre, bonita! Não preciso passar por isso!
B O B A G EM . . .
Não preciso passar pelo que mesmo? O que é isso afinal de contas? Orgulho? Pra quê tudo isso?
Podemos disfarçar o que quisermos, colocar a máscara que bem entendermos. Mas todos deitam a cabeça no travesseiro antes de dormir... E é nessa hora que o coração grita e nos faz lembrar o que machuca, nesta hora não adianta disfarçar, podemos esconder tudo de qualquer pessoa, menos de nós mesmos. A máscara cai.
Hoje acordei com a sensação de ter a máscara arrancada.
Não a recoloquei.
A vida é pra ser vivida. "seja feliz e pronto!" (essa serve pra mim também)

sábado, 19 de janeiro de 2008

Paz

Quando queremos paz o melhor a fazer é ignorar quem não nos faz bem...
Isso não tem nada a ver com o amor.
O amor fica pairando no ar, como um barco à deriva...
Perdeu-se no tempo e dissipou-se no ar.
Ficaram as lembranças
E uma certeza:
certas coisas nunca vão mudar...


que pena...

domingo, 13 de janeiro de 2008

É agente que cria!

Tudo na vida é uma questão de sincronicidade!!!!

Ganhamos da vida aquilo que pedimos, isso é um fato.
Se pedirmos sol, ganhamos luz.
Se pedimos água, banho de mar.
Se pedimos calor, abraço.
Dúvida, dor.
Sim, às vezes nem nos damos conta, mas também pedimos dor...
Mas... se pedirmos pausa, ganhamos silêncio.
Se pedimos colo, amigo.
Força, Índio...

Amo muito!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Sede

Tenho sede de viver, de amar, de correr, de me atirar!!!!
Se a vida não acompanha minha sede, preciso fazer de conta!!!!
Coisa boa fazer de conta...
Brincar, jogar, rir até não aguentar. Fazer teatro é isso! Brincar de viver!
Pra mim o teatro não pode ser levado muito a sério. Uma atriz tem que brincar em cena, se divertir!
Mas... se for pra levar a sério, tem que ser entregando a alma!
Doando a todos um pedaço de si, emocionar-se.
Com cuidado pra não sofrer.
Quem sofre demais... não se entrega!

PS: Que coisa...
Quanto mais eu falo do teatro, mais forte fica a sensação de que estou falando da vida.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Certa vez eu estava andando de perna de pau e...

Caí... Tentei me equilibrar, segurei em tudo o que podia, dancei com as pernas e nada adiantou... caí!
Incrível. O mais incrível é que parecia que ia doer mais antes de cair do que quando me vi realmente no chão.
Assim é a vida. O medo. Aquilo que vem antes da coisa em si... aí quando a coisa aparece nem era tão assustadora assim!!!!
Que coisa...
Claro que doeu, deixou marcas mas tudo passa.
Um dia de cada vez na alegria. Um dia de cada vez na dor.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Desejos

ai meu Deus... publicação perdida!!!!
Que coisa, reescrever desejos!
Vai ver papai do céu não entendeu muito bem e pediu pra repetir, vamos lá!

Desejo me revirar, trazer pra fora o que está dentro. Olhos nos olhos, coração na mão e almas a cantar.
Tanta coisa pra dizer, desejo falar de essência, mostrar o que habita em mim. Um cantinho, um violão, cheiros no ar. Vida.
Escuto Ana Carolina e me deleito: "Não vou viver como alguém que só espera um novo amor, há outras coisas no caminho onde eu vou... É, mas tenho ainda muita coisa pra arrumar, promessas que me fiz e que ainda não cumpri".
Sim, promessas... ainda me arranha a garganta o pedaço que fala assim "já sei olhar o rio por onde a vida passa sem me precipitar e nem perder a hora...."
Não! Ainda não sei... Ainda precipito e... precipício!!!!!
Ora bolas... ainda desejo.
Porém, em todo o caso, me agrada "deixar a rua me levar, ver a cidade se acender". Vou deixar a rua me levar. e "a lua vai banhar este lugar e eu vou lembrar você".
A LUA...
Como tentar entender a lua se é ela, justamente, de lua?
Onde será que ela está...

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Tem dias que é assim...

Pois é, tem dias que é assim mesmo. O coração em pedaços e a alma a suspirar...
Como vou dizer... hum... faz parte da vida, né? Hunf... mas às vezes bem que podia ser diferente. Penso que o amor também nos faz sentir algumas dores, principalmente quando entendemos que amar é deixar livre, permitir que o outro faça as suas próprias escolhas mesmo que estas escolhas nos façam ter que dar adeus ao sujeito amado. Mas o melhor do amor é saber que mesmo que o tempo passe e as pessoas mudem, ele vai estar lá, intacto. Como uma lembrança carinhosa... Acho que é por isso que falam por aí que o amor verdadeiro é o amor de mãe, que não julga, que compreende, que mesmo após muitos erros e deslizes torna a perdoar. Porém, acho que isso não é só amor de mãe, acho que isso é o amor! O amor não gurda rancores, às vezes até parece que vai afundar, mas basta um pouquinho de tempo que ele volta com a mesma força que tinha antes. Minhas escolhas não diminuem em nada os meus sentimentos, mas também, meus sentimentos, não modificam as minhas escolhas... Certas coisas não mudam , mas outras precisam mudar...